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quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

E.E. ANTONIO FONTANA
Mais um ano letivo...

Eu acredito é na rapaziada
Que segue em frente e segura o rojão
Eu ponho fé é na fé da moçada
Que não foge da fera e enfrenta o leão
Eu vou à luta com essa juventude
Que não corre da raia a troco de nada
Eu vou no bloco dessa mocidade
Que não tá na saudade e constrói
A manhã desejada...

É com grande orgulho e sentimento de um trabalho construído que nós da E.E. Antonio Fontana desejamos a todos um FELIZ NATAL E PRÓSPERO ANO NOVO. 
Em especial aos professores que no próximo ano estarão colaborando com suas práticas em outras escolas: Um até breve para os professores Lúcio e Marlene.
E sacode a poeira suada da luta e faz a brincadeira
Pois o resto é besteira
E nós estamos pelaí...
No próximo ano tem mais e melhor!
Desfrutamos...


e não esquentamos...

não que tudo acabe em pizza...

mas sempre somos presenteados...

com a formação de nossos alunos

 e professores

Uma verdadeira equipe

de pose,

com alegria,

união,

respeito,

carinho,

fortalecimento,

dedicação: Lucio e Marlene...

O todo em um só...


Brinde!


quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

E.E. ANTONIO FONTANA
Boas Festas

O Natal...segundo Drummond...


Alguém observou que cada vez mais o ano se compõe de 10 meses; imperfeitamente embora, o resto é Natal. É possível que, com o tempo, essa divisão se inverta: 10 meses de Natal e 2 meses de ano vulgarmente dito. E não parece absurdo imaginar que, pelo desenvolvimento da linha, e pela melhoria do homem, o ano inteiro se converta em Natal, abolindo-se a era civil, com suas obrigações enfadonhas ou malignas. Será bom.

Então nos amaremos e nos desejaremos felicidades ininterruptamente, de manhã à noite, de uma rua a outra, de continente a continente, de cortina de ferro à cortina de nylon — sem cortinas. Governo e oposição, neutros, super e subdesenvolvidos, marcianos, bichos, plantas entrarão em regime de fraternidade. Os objetos se impregnarão de espírito natalino, e veremos o desenho animado, reino da crueldade, transposto para o reino do amor: a máquina de lavar roupa abraçada ao flamboyant, núpcias da flauta e do ovo, a betoneira com o sagüi ou com o vestido de baile. E o supra-realismo, justificado espiritualmente, será uma chave para o mundo.

Completado o ciclo histórico, os bens serão repartidos por si mesmos entre nossos irmãos, isto é, com todos os viventes e elementos da terra, água, ar e alma. Não haverá mais cartas de cobrança, de descompostura nem de suicídio. O correio só transportará correspondência gentil, de preferência postais de Chagall, em que noivos e burrinhos circulam na atmosfera, pastando flores; toda pintura, inclusive o borrão, estará a serviço do entendimento afetuoso. A crítica de arte se dissolverá jovialmente, a menos que prefira tomar a forma de um sininho cristalino, a badalar sem erudição nem pretensão, celebrando o Advento.

A poesia escrita se identificará com o perfume das moitas antes do amanhecer, despojando-se do uso do som. Para que livros? perguntará um anjo e, sorrindo, mostrará a terra impressa com as tintas do sol e das galáxias, aberta à maneira de um livro.

A música permanecerá a mesma, tal qual Palestrina e Mozart a deixaram; equívocos e divertimentos musicais serão arquivados, sem humilhação para ninguém.

Com economia para os povos desaparecerão suavemente classes armadas e semi-armadas, repartições arrecadadoras, polícia e fiscais de toda espécie. Uma palavra será descoberta no dicionário: paz.

O trabalho deixará de ser imposição para constituir o sentido natural da vida, sob a jurisdição desses incansáveis trabalhadores, que são os lírios do campo. Salário de cada um: a alegria que tiver merecido. Nem juntas de conciliação nem tribunais de justiça, pois tudo estará conciliado na ordem do amor.

Todo mundo se rirá do dinheiro e das arcas que o guardavam, e que passarão a depósito de doces, para visitas. Haverá dois jardins para cada habitante, um exterior, outro interior, comunicando-se por um atalho invisível.

A morte não será procurada nem esquivada, e o homem compreenderá a existência da noite, como já compreendera a da manhã.

O mundo será administrado exclusivamente pelas crianças, e elas farão o que bem entenderem das restantes instituições caducas, a Universidade inclusive.

E será Natal para sempre.

Ah! Seria ótimo se os sonhos do poeta se transformassem em realidade.


Texto extraído do livro "Cadeira de Balanço", Livraria José Olympio Editora - Rio de Janeiro, 1972, pág. 52.


quinta-feira, 6 de dezembro de 2012


E.E. ANTONIO FONTANA

No último dia 4 de Dezembro a aluna do 7º Ano A Viviane Izaias da Silva esteve em Assis na companhia da nossa diretora Lurdes Aparecida Coelho para receberem a certificação referente a escolha da produção textual (Categoria Memórias) da aluna na Olimpíada de Língua Portuguesa.
Com grande satisfação que todos da E.E. Antonio Fontana homenageiam a aluna 
 pela sua representatividade e protagonismo nas Olimpíadas de Língua Portuguesa. 

Confira...

Nossa escritora...

Nossa Diretora sempre prestigiando...

Momento coletivo das certificações...

Momento coletivo das certificações...

A alegria da Diretora...

Reconhecimento!

Reconhecimento coletivo!

Finalizando o Evento...

Agora um pouco de passeio...

No Shopping!

Foto com o Papai Noel...

Foto como criança...

Abençoado seja o Espirito de Natal!!!!